segunda-feira, 5 de junho de 2017

Sugestão de leitura




Com uma escrita simples, emocionante e cheia de humor, Eric-Emmanuel Schmitt narra a história de um menino judeu e de um velho merceeiro árabe. Momo, o menino judeu, vive sozinho com um pai frio e distante. O senhor Ibrahim, o velho merceeiro árabe, é acolhedor, simpático e disponível. Juntos, vivem uma série de aventuras e constroem uma amizade que ultrapassa todas as fronteiras.
O Senhor Ibrahim e as flores do Alcorão é um livro para ler e reler, uma lição de sabedoria, de tolerância, de fatalismo e de bondade.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

MAR VIVIDO - TV na Maior

Hoje é o Dia Nacional do Pescador.
E a TV na Maior orgulha-se de publicar a reportagem Mar Vivido, produzida no âmbito do projeto Mar Maior (10º J/K - Geografia - TV na Maior).

Mar Vivido from Biblioteca MAIOR on Vimeo.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Sugestão de leitura



Depois da magnífica incursão pela cultura americana em Made in America, os leitores portugueses podem agora desfrutar da descrição crítica que Bryson faz dos comportamentos civilizados e casuais dos Ingleses, um povo que é capaz de esperar anos pela instalação de um eletrodoméstico sem reclamar, mas que não hesita em qualificar de escandalosas as atitudes da família real justamente agora que começam a ser interessantes.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Alunos da TV na Maior em Lisboa

A TV na Maior esteve hoje em destaque no Encontro Ideias com Mérito, na Rede de Bibliotecas Escolares em Lisboa.
A Margarida Cunha (10º D) e o Bruno Correia deram testemunho da sua experiência enquanto participantes no projeto. Um orgulho vê-los representarem tão bem a nossa escola!




segunda-feira, 24 de abril de 2017

Abril significa Liberdade - sugestão

Após a Revolução dos Cravos, em Abril de 1974, alguns dos mais importantes fotógrafos e cineastas do mundo estiveram em Portugal para captar imagens de liberdade e de todo o processo revolucionário. Personalidades como Sebastião Salgado, Glauber Rocha, Robert Kramer, Dominique Issermann, Santiago Álvarez, Pea Holmquist ou Jean Gaumy, entre outras, muniram-se das suas máquinas e fotografaram ou filmaram as pessoas e os eventos desse período extraordinário. Em 1999, o realizador Sérgio Tréfaut decide fazer uma pesquisa sobre os milhares de registos espalhados pelo mundo, num retrato de um dos momentos mais relevantes da História de Portugal. Esse trabalho resultou neste documentário, a que deu o nome "Outro País".
PÚBLICO 

Realização: Sérgio Tréfaut 
Elenco: Robert Kramer, Glauber Rocha 
Cinema Ideal | Portugal | 1999 | Documentário | 70′

Disponível na nossa biblioteca! 
 

Abril significa liberdade - sugestões

O que pode uma fotografia de um rosto revelar sobre um sistema político? O que pode uma imagem tirada há mais de 35 anos dizer sobre a nossa atualidade? Partindo de um núcleo de fotografias de cadastro de prisioneiros políticos da ditadura portuguesa (1926-1974), 48 procura mostrar os mecanismos através dos quais um sistema autoritário se tentou auto-perpetuar durante 48 anos.

Realização: Susana de Sousa Dias
Género:
Documentário
Duração:
93m
Classificação Etária:
M/12
Ano:
2009
País:
Portugal

Disponível na nossa biblioteca!

 

Ler Liberdade na Maior FM

A Maior FM deu voz aos poetas de abril.
Com leituras de Carolina Cerqueira, Lucas Esteves, Helena Fins e Sara Socorro (10º J).







José Fanha foi um dos escolhidos.




Eu Sou Português Aqui
Eu sou português
aqui
em terra e fome talhado
feito de barro e carvão
rasgado pelo vento norte
amante certo da morte
no silêncio da agressão.
Eu sou português
aqui
mas nascido deste lado
do lado de cá da vida
do lado do sofrimento
da miséria repetida
do pé descalço
do vento.
Nasci
deste lado da cidade
nesta margem
no meio da tempestade
durante o reino do medo.
Sempre a apostar na viagem
quando os frutos amargavam
e o luar sabia a azedo.
Eu sou português
aqui
no teatro mentiroso
mas afinal verdadeiro
na finta fácil
no gozo
no sorriso doloroso
no gingar dum marinheiro.
Nasci
deste lado da ternura
do coração esfarrapado
eu sou filho da aventura
da anedota
do acaso
campeão do improviso,
trago as mão sujas do sangue
que em papa a terra que piso.
Eu sou português
aqui
na brilhantina em que embrulho,
do alto da minha esquina
a conversa e a borrasca
eu sou filho do sarilho
do gesto desmesurado
nos cordéis do desenrasca.
Nasci
aqui
no mês de Abril
quando esqueci toda a saudade
e comecei a inventar
em cada gesto
a liberdade.
Nasci
aqui
ao pé do mar
duma garganta magoada no cantar.
Eu sou a festa
inacabada
quase ausente
eu sou a briga
a luta antiga
renovada
ainda urgente.
Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito.
Eu sou português aqui

José Fanha

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Quase Quatro na TV na Maior


 
Reportagem Quase Quatro from Biblioteca MAIOR on Vimeo.

No dia 21 de abril, não percas os Quase Quatro na Escola Secundária de Santa Maria Maior. Espetáculo "Algo Que Se Apresente".
Reservas: 964435499 / 919214203

quarta-feira, 29 de março de 2017

Projeto Ouvir o Mar - programas de rádio




No âmbito do projeto “Leituras que unem” apoiado pelo Plano Nacional de Leitura, as bibliotecas do agrupamento, em colaboração com diferentes disciplinas de todos os ciclos de ensino, estão a produzir e realizar “Ouvir o mar” – um conjunto de pequenos programas de rádio tornados possíveis pela generosa colaboração da Rádio Geice.
Os três primeiros programas podem também ser ouvidos aqui:
Mar terapêutico”, concebido pela turma 10º N no âmbito da disciplina de Técnicas de Massagem Estética.
Mar de trocas”, pela turma 12º K, no âmbito da disciplina de Comercializar e Vender.  
Mar de comer”, pela turma 7º C, no âmbito da disciplina de Oferta Complementar.    

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Encontro com João Tordo

O escritor João Tordo vem conversar com os leitores da Maior. Dia 21, às 9:00h, na sala de conferências.


Numa estrada adormecida da Galiza, dois homens atropelam um javali. A visão do animal morto na estrada levará um deles — Saldaña Paris, um jovem poeta mexicano de olhos azuis inquietos — a puxar o primeiro fio do novelo da sua vida. Instigado pelas confissões desconjuntadas do poeta, o seu companheiro de viagem — um professor universitário divorciado — irá tentar descobrir o que está por trás da persistente melancolia de Saldaña Paris.
A viagem de descoberta começa com a leitura de um manuscrito da autoria da ex-mulher do mexicano, Teresa, que morreu há pouco tempo e marcou a vida do poeta como um ferro em brasa. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida.

As páginas escritas por Teresa revelam a sua adolescência no seio de uma família portuguesa contaminada pela desilusão: um pai ausente e alcoólico, um tio aventureiro e misterioso, uma mãe demasiado protectora. Mas o que ressalta com maior vivacidade daquelas páginas é o relato enternecedor do seu primeiro amor, ao mesmo tempo que começam a insinuar-se na sua vida realidades grotescas e brutais. Confrontado pela primeira vez com a suspeita dessa terrível possibilidade, Saldaña Paris mergulha numa depressão profunda. Determinado em libertar o amigo do poder corrosivo do mal, o nosso narrador compõe então, peça a peça, a biografia involuntária dos dois amantes. Uma biografia que passa pelo desvelar do passado, para que este não contamine irremediavelmente o futuro.